segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

ESCRAVOS


ESCRAVOS
A servidão dos escravos
Seriam escritos errados,
Toda servidão tem seu algoz
Quantos algozes você tem?
Quem tem a mente presa
A precisão não é um ser humilde
Humildade não tem nada haver
Com humilhação!
Certamente é o contrario.
Porem...
O medo do existir
Como estivéssemos devendo
O aluguel do corpo
E nada que sai ou entra
Na vida é valor
E tudo é egoísmo
Porém, tudo é sacrifício
Mesmo o mais rico
Acham sacrifício digitar
Os números da sua senha
Devemos mais que os nossos sonhos
E antecipamos a morte
Pelo nosso próprio querer,
E, morreremos, saímos da vida
Pego apenas de vida o que temos
Quem morre é passado,
E quem vive é em sofrimento.
Continuando o prazer
Que na Labuta ou na Oração
Somos todos iguais
Nessa mesa de bar
Vivemos muito pouco
Neste planeta de encarnações
Terra morte ou vida.
A paz na guerra...
...Haverhaterhamém.


(PLEBE POÉTICA/CÉLIO LIMA)