quarta-feira, 18 de março de 2020

Uma Poesia Para Raul - XVIII



Casarões antigos
Ouço as vozes roucas dos boêmios
Leituras intermináveis
Aquele verso esperado
O som abafado
Do tilintar das garrafas vazias
O sol acaba de nascer
Esqueci o meu grande amor
Anotado sobre o guardanapo
Sujo de um boteco do centro da cidade


Manoel Hélio Alves, é poeta, natural de Macarani/Bahia, e mora há muito tempo em São Bernardo do Campo/São Paulo.

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Um comentário:

  1. Lendo essa poesia é como se eu estivesse vendo uma cena completa de novela de época. Gostei como sempre amigo, é como viajar. Deus abençoe seu dom. Sucesso!

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