quarta-feira, 11 de abril de 2012

sempre

erguem-se as vozes
vibram os sentires
tudo é o momento
em que


os olhos sobre o mar
se agigantam
no vislumbrar
do liso
da rota por onde


mais que homens
são o homem
não sabem
de outro caminho
que o do mar


SEMPRE


(torreira; companha do marco; 2009)


http://ahcravo.wordpress.com/2012/04/11/sempre/