segunda-feira, 14 de novembro de 2016

nada é


o alar da manga

crónicas da xávega (183)


nada é

não há máximas
que me tirem daqui

era o mínimo
que o ouviam dizer

calou-o a realidade
ignorada

o homem o trouxe
e o levou

o tempo calará
o mais

(torreira; 2016)

https://ahcravo.com/2016/11/14/cronicas-da-xavega-183/