quarta-feira, 1 de abril de 2015

não sei

mais um dia que se fez


crónicas da xávega (56)


no vagar das horas
tudo se aquieta

foram-se os homens
as gaivotas o dia
a vida é agora por sob

escuto as ondas lentas
a areia mansa sob os pés
adormeço-me aqui

não sei quando voltarei

(torreira; rede da xávega)

https://ahcravo.wordpress.com/2015/04/01/cronicas-da-xavega-56/