terça-feira, 9 de outubro de 2018

fraca gente




escondem o rosto
o dizerem-se

quantos por detrás
nunca se sabe
muitos o silêncio
encobrir pode

na ânsia de insultar
rebaixam o nome
da terra das gentes

deixam como vermes
rasto peçonhento
fraca gente esta

vontade de a sacudir
como a areia das redes

(torreira; 2015)

o sacudir do saco

https://ahcravo.com/2018/10/09/cronicas-da-xavega-268/