sábado, 2 de novembro de 2013

sem ninguém. . .



EU NEM SE!
SE! Q F!QUE!
SEM N!NGUEM
PRA ME MASTUBAR-ME A NO!TE
(SEM N!NGUEM)
Q POSSA BE!JAR O MEU PEN!S
(SEM NINGUEM)
PRA BOL!NAR AS M!NHAS BOLAS
(SEM N!NGUEM)
Q BEBA TODO O MEU SEMEN
(SEM NINGUEM)

SEM N!NGUEM
A V!DA JA NAO E + DOCE
SEM N!NGUEM
FALTA O Q HA DE BOM P/ ELA SER BELA
SEM NINGUEM
ALGO MAU FE!TO SEM RESUMO N!T!DO
SEM N!NGUEM
AS HORAS Q SE DEMORAM Y NAO SE PASSAM
SEM N!NGUEM
O SUSTO TARD!O Y AUMENTAT!VO
COMPARADO HA 1 ABORTO L!NEAR
SEM N!NGUEM
OU
MEDO DA MORTE
SEM N!NGUEM

SEM N!NGUEM
PRA OLHAR COM!GO AS ESTRELAS
(SEM N!NGUEM)
DEF!N!-LAS, Y CONTA-LAS UMA A UMA

(SEM N!NGUEM)
PRA COLOR!R O Q HA DE NEUTRO NA NO!TE
(SEM N!NGUEM)
PRA PEGAR DE LEVE
COM A FACE DA LUA
(SEM N!NGUEM)

Y EU
NEM
SE!

SEM N!NGUEM !!!
SEM N!NGUEM !!
SEM N!NGUEM !
SEM N!NGUEM
.
.
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LIMA, Célio. Sem Ninguém – Castanha Mecânica