quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

pescadores

chama-se augusto, ti augusto

crónicas da xávega (50)


como se num abraço
a rede amante
amado berço do pão
por vir do mar

como se num instante
todo o suor
a vida no mar jogada
os dias todos

sem saber se

(torreira; companha do marco; 2013)

https://ahcravo.wordpress.com/2015/02/12/cronicas-da-xavega-50/